Testando 1, 2, 3...
Antes de escrever este guia, lá em 2021, resolvi colocar a mão na massa e experimentar eu mesmo. Criei duas histórias — uma no estilo acumulativo e outra inspirada no tangolomango — para sentir na prática como funciona essa brincadeira com as palavras. Foi divertido, surpreendente e me ajudou a entender melhor cada detalhe do processo de criação.
Agora, para a nova edição deste guia (2025), voltei a essas histórias e publiquei a segunda edição de cada uma delas. Revisitei os textos, brinquei de novo com as palavras, reescrevi trechos e percebi o quanto esse exercício continua sendo rico e inspirador.
Por isso, fica aqui o convite: que tal você também experimentar? Brinque, invente, descubra. Assim como eu, você vai perceber que criar histórias é um passo importante para se conectar de verdade com a leitura — e com quem está ao seu lado nesse processo.
Escrever suas próprias histórias é uma maneira leve e divertida de se aproximar da proposta. De quebra, você ainda descobre o quanto pode ser gostoso brincar com as palavras — do mesmo jeito que queremos que as crianças façam.
Ah, e não fui só eu que entrei nessa! A profe Nicinha (Nicione Castelo) também embarcou no projeto e gravou uma contação da primeira edição de A Menina que Não Comia Nada.
Além disso, para ajudar ainda mais, eu gravei um vídeo contando como foi o processo de criação desse livro. Para tornar a explicação mais próxima do universo dos alunos, usei uma analogia com os “games”. Essa comparação pode ser uma forma divertida de trabalhar o assunto com a turma e preparar o terreno para o momento de escrita.